Décimo-terceiro, desabafo nada poético

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I usually think of us | via Tumblr

As coisas ficam apertadas às vezes. Ou quase sempre, me conforta dizer que e de vez em quando que tudo fica complicado, isso limita a minha percepção de sofrimento, já não basta ser sozinha? Tenho que ser triste e sozinha e pensar nisso sempre seria ter como companhia decadência. 

Não tenho amigos, não foi hoje e nem agora que me deparei com essa situação, e o fato, e sempre. Digo amigos de me abraçar e me achar bonita da forma que sou. De sentar comigo no sofá e assistir filmes de comedia romântica, porque foda-se eu gosto desse gênero, do gênero menina no sofá, com cerveja, filme e fim. Gosto de ler e gosto de pessoas leem; cadê meus amigos leitores? 

Não procure a parte poética de texto, porque ele e um desabafo. Eu ando triste, porque a solidão persiste em ficar, mas não e porque eu quero, ou não me dei por necessária, e que às vezes um abraço, um beijo; uma saída mais calma, um barzinho, ou ficar deitados na cama olhando pro teto. Aquele “eu pago pra você” “manda esse menino sumir”, faz tanta falta.

Amizade e tão necessário quanto ar, e água. Porque mano do que adianta respirar, sem ter alguém feliz por você esta vivo? Cadê as fotos malucas? As roupas emprestadas? Cadê?Eu sou sozinha mesmo, não tenho amigos.

Não digo colegar esses eu tenho muitos... Amigos que não me aceitam da forma que eu sou, ou critica a coisa que eu mais gosto de fazer. Amigos que na primeira oportunidade somem. Ou não ligam para saber se você esta passando bem.


Colega de maus conselhos, de maus modos e de formas contraria as minhas formas, esses não quero.  Descarto porque de fato nem os considero, porque a vida me ensinou que partidas são tristes, e as partidas programadas doem, porque você tenta agradar para ficar. Se doa, mas no fim só doem.  Não quero mais ser sozinha, mas como preencher esse espaço? 

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